"Experiências com a luz"

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VAMOS FAZER UM ARCO-ÍRIS NA ESCOLA

Para vermos o arco-íris, fizemos esta experiência:


Material- 
Espelho, taça, água, o Sol e uma parede branca.


Execução- 
Põe-se o espelho dentro da taça com água, virado para o Sol.


Observação- 
Vê-se o arco-íris na parede.


Conclusão-
 O Sol, ao bater no espelho, reflecte a luz atráves da água e faz o arco- íris na parede.

Ana Margarida Camejo Vintém - 4ºAno  EB1 da Vargem   

As cores da luz branca    Professor Vaz Nunes*

 

 

Para saber mais acerca desta experiência clique neste link

 

 

 

 

 

Inquérito

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O sistema solar

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 Ao mesmo tempo, no disco ao redor da protoestrela, começavam a surgir as primeira partículas que passam a se fundir e formar corpos cada vez maiores. Ao longo de milhões de anos, surgiram os primeiros objetos com dimensões quilométricas, caracterizando os primeiros planetesimais que, agora, começam a interagir gravitacionalmente entre si. Por conta da existência de inúmeros corpos com os mais diferentes tamanhos, o início da formação dos planetas foi um processo caótico, com várias colisões acontecendo sucessivamente, algumas delas destrutivas, quebrando os objetos novamente em poeira e pequenas partes, e outras construtivas, resultando em um processo de "bola de neve", ou seja, os corpos ganhavam cada vez mais massa. Alguns objetos, a essa altura, possuiam dimensões substancialmente maiores que os demais, caracterizando os primeirosprotoplanetas que, com sua influência gravitacional, coletam os destroços ao seu redor.Subsequentemente, os protoplanetas interagiam gravitacionalmente entre si, e posteriormente entravam em rota de colisão, algumas delas construtivas, e após diversas fusões surgiram os primeiros planetas. Acredita-se que Vênus e a Terra, por exemplo, foram formados pela colisão de mais de dez protoplanetas cada um, mas permanece um mistério a razão pela qual Mercúrio e Marte não incorporaram material na mesma taxa, o que determinou suas dimensões reduzidas. Com o crescimento dos planetas, sua temperatura aumentava sensivelmente por conta da energia cinética das colisões, a qual se conserva até hoje no núcleo dos planetas. Durante esses impactos imensas quantidades de energia eram liberadas, formando imensos oceanos de lava por todo o planeta.6 7 Colisões também foram responsáveis pelo surgimento de diversos satélites, dentre eles a Lua, que, de acordo com a teoria mais aceita atualmente, surgiu a partir dos remanescentes do choque entre a Terra e Theia, um corpo do tamanho de Marte cuja colisão ocorreu há 4.44 bilhões de anos atrásnota 1 e cujos remanescentes formaram o satélite natural da Terra.8 9 Os planetesimais restantes que não eram incorporados aos planetas colidiam entre si, formado muitos destroços espaciais que eram varridos pela gravidade dos planetas.2Algumas centenas de milhões de anos depois os planetas interiores já estavam praticamente formados, e o vento e a radiação provenientes do Sol varreram as pequenas partículas ainda remanescentes nessa região, interrompendo o crescimento dos planetas.10

Enquanto esse processo transcorria no interior do Sistema Solar, nas regiões mais afastadas da estrela as temperaturas eram baixas o suficiente para permitir a formação de cristais de gelo, que eram muito mais abundantes que os silicatos dos planetas internos. Contudo, sabe-se que os planetas gigantes Júpiter e Saturno são formados sobretudo por hidrogênio e hélio, que não poderiam existir sob a forma de gelo nessa área. Por isso formulou-se duas teorias para explicar a possível origem desses planetas. A primeira sugere que planetesimais formados de rocha e gelo se fundiram formando planetas com massas de dez a quinze vezes superior à da Terra, tornando-os suficientemente massivos para atrair e manter os gases que formavam a nebulosa solar, o que explicaria a provável composição atual do núcleo desses planetas, que são provavelmente rochosos. Outra teoria sugere a possibilidade de que os dois maiores planetas do Sistema Solar teriam se formado da direta condensação da nebusola solar, semelhante ao processo que deu origem ao Sol, onde a presença da enorme quantidade de gás, poeira e gelo possibilitaram a formação de corpos com elevadas dimensões. Urano e Netuno provavelmente surgiram a partir da condensação dos fragmentos de gelo presentes nessa região, razão pela qual são formados primariamente por elementos que compunham os corpos congelados, como carbono, oxigênio e nitrogênio. Contudo, quando atingiram porte suficiente para absorver gases tal como Júpiter e Saturno, a nebulosa solar já havia se dissipado, o que impossibilitou seu eventual crescimento

 Ainda existiam muitos corpos remanescentes vagando entre os planetas recém-formados do Sistema Solar. De acordo com o modelo atual da evolução das órbitas planetárias, as órbitas dos três planetas mais externos eram muito mais próximas do Sol que atualmente (a órbita de Netuno se encontrava aquém da órbita atual de Urano), e além desses planetas se encontrava um enxame de rochas e gelo remanescentes da formação planetária. A influência gravitacional dos quatro gigantes gasosos desviava a órbita desses pequenos corpos para a região interna ou externoa do Sistema Solar. Contudo, a massa de Saturno, de Urano e de Netuno não era suficiente para evitar que esses planetas sofressem mudanças em suas órbitas por conta desses encontros. Quando direcionavam um planetesimal em direção ao Sol, adquiriam uma pequena aceleração que os levava a ocupar órbitas mais afastadas, caracterizando o processo de migração planetária. Depois de incontáveis encontros, Júpiter foi levemente direcionado para o interior do Sistema Solar, enquanto Saturno moveu-se na direção oposta, até que entraram em ressonância 1:2, ou seja, quando Júpiter orbitava o Sol uma vez, Saturno orbitava duas. Consequentemente, ocorriam sucessivas aproximações entre os planetas, e esses sucessivos puxões gravitacionais alteraram a órbita de Saturno, que se tornou mais excêntrica.nota 5 13

Essa mundança de posição do segundo maior planeta do Sistema Solar logo perturbou a órbita dos outros dois gigantes externos, Urano e Netuno, tornando-as também mais alongadas. Esse afastamento fez com que eles interceptassem uma região povoada com inúmeras rochas e pedras de gelo, cujas órbitas da maior parte foram extremamente alteradas, seguindo novas trajetórias nas mais diversas direções, durante um dos períodos mais caóticos da história do Sistema Solar. Ao final desse processo, Urano e Netuno ficaram substancialmente mais afastados do Sol, e limparam a região onde suas órbitas se encontram atualmente. Alguns remanescentes desses corpos (cerca de 0.1%) se encontram no Cinturão de Kuiper e Nuvem de Oort. Esse processo durou cerca de 500 milhões de anos, até que suas órbitas se acomodaram, e teve consequências notáveis, ainda, no Sistema Solar interior, para onde boa parte desses corpos foi direcionado, causando inúmeras colisões com a Terra, a Lua e os demais planetas, durante o período que ficou conhecido como intenso bombardeio tardio, a cerca de quatro bilhões de anos atrásnota 1 , cujas marcas ainda permanecem visíveis na Lua e em Mercúrio.

 O Sistema Solar compreende o conjunto de oito planetas, corpos esféricos com dimensões significativamente elevadas, e cinco planetas anões, de acordo com critérios definidos pela União Astronômica Internacional, além de uma miríade de objetos menores que descrevem órbitas ao redor de uma estrela central, o Sol, cuja massa compreende 99.86% de toda a massa do sistema. Alguns planetas e planetas anões, possuem ainda, satélites naturais (que totalizam 176) com os mais diversos tamanhos e formatos, além de quatrosistemas de anéis ao redor dos quatro maiores planetas, formados por minúsculas e incontáveis partículas de poeira. Vagando entre os planetas existem, ainda, milhões de asteroides (alguns deles com satélites naturais) que se encontram, sobretudo, numa região denominada Cinturão de Asteroides, e uma população de trilhões de pedras de gelo nas regiões mais longínquas, muito além da órbita do último planeta, que, quando são desviadas para as proximidades do Sol, formam os cometas. Espalhados por toda a extensão do Sistema Solar está a poeira interplanetária, além das matéria proveniente do Sol que forma o vento solar. Praticamente todos os planetas e alguns de seus satélites possuem, ainda, uma camada de gases que os envolve, cuja composição, densidade e dinâmica variam substancialmente. Os planetas do Sistema Solar dividem-se em dois grupos completamente distintos, ao contrário dos corpos menores, que são subdivididos em diversas classificações, já que suas caracterísitcas diferem sensivelmente de acordo com a origem e a região onde se encontram.

 O Sol é a estrela que se localiza no centro do Sistema Solar, a uma distância média de 149.6 milhões de quilômetros da Terra (o que equivale a uma unidade astronômica). Consiste basicamente em uma esfera composta principalmente de gases ionizados, sobretudohidrogênio e hélio, cujas dimensões seriam suficientes para conter em seu interior mais de um milhão de planetas do tamanho da Terra. Toda a matéria do Sol é mantida coesa graças à ação da gravidade, o que mantém em seu núcleo a temperatura e a pressão suficientes para que ocorram reações de fusão nuclear e a consequente liberação de energia.17 O Sol é a estrela mais próxima da Terra e a maior fonte de energia do Sistema Solar, mas em comparação com outras estrelas da Via Láctea, é relativamente pequena e comum, de cor amarelada, pertencente à classe estelar G2V.18

Existem basicamente seis regiões distintas no Sol. O núcleo, onde ocorrem as reações de liberação de energia, é a camada mais interna, e se encontra a uma temperatura de mais de quinze milhões de graus Celsius. Em torno dele, está a zona de radiação, onde ocorre a transferência de calor e energia para a zona convectiva, a camada subsequente. Na superfície da estrela está a fotosfera, uma camada de cerca de quinhentos quilômetros de espessura cuja temperatura é de aproximadamente 5 500 graus Celsius, por meio da qual escapa a luz e o calor que se propagam em todas as direções sob a forma de radiação eletromagnética sendo, portanto, a camada visível mais brilhante da estrela. Imediatamente acima, estão a cromosfera e a coroa solar, que constituem uma espécie de atmosfera, praticamente invisíveis devido ao ofuscamento causado pelo brilho da superfície. Dessa coroa, que se aquece e chega a temperatura de dois milhões de graus Celsius, emanam correntes de partículas eletricamente carregadas que formam o vento solar, que se espalha com grande velocidade e chaga até os confins do Sistema Solar.

 Os quatro planetas mais próximos do Sol formam o grupo dos planetas telúricos ou terrestres, que têm em comum uma crosta sólida, formada sobretudo por silicatos, além de um núcleo composto primariamente por ferro. No período de formação dos planetas, a ausência de gelo por conta da proximidade da estrela e as suas massas modestas não permitiram que ocorresse a abosorção de gases, resultando na sua constituição majoritariamente rochosa. Nenhum deles possui anéis planetários e somente a Terra e Marte possuem satélites naturais. As atmosferas dos planetas variam sensivelmente, desde a extremamente rafeita de Mercúrio à substancialmente espessa e turbulenta camada de gases que envolve Vênus. A atmosfera peculiar da Terra, por conta da presença de oxigênio devido à presença de seres vivos, contrasta com a atmosfera marciana, bem mais rarefeita mas que, segundo estudos, já foi substancialmente mais densa, ao ponto de permitir a ocorrência de água em estado líquido.

 Os quatro maiores e mais externos planetas do Sistema Solar formam o grupo dos planetas gigantes gasosos, com dimensões superiores às da Terra. Compostos principalmente por hidrogênio e hélio, além de uma pequena fração de elementos mais pesados, esses planetas possuem baixa densidade e têm como maior representante Júpiter, razão pela qual também recebem a denominação de planetas jovianos. Por conta da sua constituição primariamente gasosa e do calor irradiado de seu interior, possuem uma atmosfera extremamente espessa e turbulenta e superfície sólida nesses corpos é inexistente. Seus núcleos, entretanto, possuem uma boa parte de compostos rochosos, com massas muitas vezes superior a da Terra, remanescentes dos corpos inicais que os compunham antes de absorverem os gases das redondezas durante sua formação. Todos eles possuem anéis e numerosos satélites, além de notáveis campos magnéticos. Além de Júpiter, Saturno possui elevadas dimensões, além de um proeminente conjunto de anéis. Urano e Netuno, por sua vez, também são chamados de gigantes de gelo, devido a alguns compostos presentes em abundância, como metano, que lhes conferem colorações peculiares.

 Além do Sol, dos planetas, seus satélites e sistemas de anéis, existem incontáveis corpos que estão espalhados por toda extensão do Sistema Solar, chamados de corpos menoresOs asteroides são alguns dos corpos de maiores dimensões nesse grupo, e se localizam principalmente entre as órbitas de Marte e Júpiter, embora existam muitos outros vagando entre os planetas. Além da órbita de Netuno se encontram inúmeros outros corpos formados por rocha e gelo que povoam os confins do Sistema Solar, dentre eles os planetas anões, que possuem as maiores dimensões do grupo de corpos menores. Por fim, permeando todo esse espaço estão os minúsculos meteoroides e as microscópicas partículas de poeira interplanterária, além das moléculas oriundas sobretudo do vento solar.

O ciclo da água

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ciclo da água, conhecido cientificamente como o ciclo hidrológico, refere-se à troca contínua de água nahidrosfera, entre a atmosfera, a água do solo, águas superficiais, subterrâneas e das plantas. A ciência que estuda o ciclo hidrológico é a Hidrologia.

A água se move perpetuamente através de cada uma destas regiões no ciclo da água constituindo os seguintes processos principais de transferência:

  • Evaporação dos oceanos e outros corpos d'água (rios, lagos e lagunas) no ar e a evapotranspiração das plantas terrestres e animais para o ar.
  • Precipitação, pela condensação do vapor de água do ar e caindo diretamente na terra ou no mar.
  • Escoamento superficial sobre a terra, geralmente atingem o mar.

A maior parte do vapor de água sobre os oceanos retorna aos oceanos, mas os ventos transportam o vapor de água para a terra com a mesma taxa de escoamento para o mar, a cerca de 36 Tt por ano. Sobre a terra, evaporação e transpiração contribuem com outros 71 Tt de água por ano. A chuva, com uma taxa de 107 Tt por ano sobre a terra, tem várias formas: mais comumente chuva, neve e granizo, com alguma contribuição emnevoeiros e orvalho. A água condensada no ar também podem refratar a luz solar para produzir um arco-íris. A determinação dos fluxos entre as diversas componentes do ciclo hidrológico é o objecto da modelação hidrológica.

 

Fonte: Wikipédia

Planetas do Sistema Solar

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Sistema Solar é constituído pelo conjunto de corpos celestes que orbitam o Sol e que, portanto, estão sob sua influência gravitacional. Dentre esses corpos, os maiores são os planetas, que totalizam oito, seguidos pelos cinco planetas anões, vários satélites naturais e inúmeros outros corpos menores, como asteroides e cometas. As primeiras teorias do movimento dos corpos sugeriam que os planetas e o Sol giravam em torno da Terra, que estava no centro do Universo. Contudo, Copérnico provou que a Terra e todos os demais corpos orbitavam a estrela, criando o modelo heliocêntrico. Desde então, os cientistas buscaram relações numéricas que descrevessem o movimento dos corpos. Por isso foram elaboradas diversas teorias e leis, como as de Kepler e as de Newton. Entretanto, hoje sabe-se que o método mais adequado para descrever o movimento dos corpos em torno do Sol é a Teoria da Relatividade de Einstein.

O Sol é a estrela que se localiza no centro do Sistema Solar. Compreende mais de 99% da massa do sistema, composto principalmente de hidrogênio e hélio, e que gera sua energia a partir da fusão nuclear. Os quatro primeiros planetas são chamados de planetas telúricos por terem sua superfície sólida e rochosa. Destes, a Terra é o maior e o único conhecido que abriga vida. Além da órbita de Marte, existe uma região povoada com diversos corpos menores que formam o Cinturão de Asteroides, onde se encontra o planeta anão Ceres. Logo a seguir estão os planetas gigantes gasosos, dos quais o mais massivo é Júpiter, que possui ainda dezenas de satélites naturais com características peculiares. Saturno é famoso por seu sistema de anéiscaracterístico. Além da órbita de Netuno, o último planeta, encontra-se outra região povoada por incontáveis corpos menores, chamada de Cinturão de Kuiper, onde estão quatro planetas anões, dentre eles Plutão. Acredita-se, ainda, que em uma área muito mais afastada existem inúmeras "pedras de gelo" chamada de Nuvem de Oort, que seria uma das origens dos cometas.

De acordo com estudos, o Sistema Solar começou a se formar há cerca de cinco bilhões de anos, a partir da porçao de uma nuvem molecular que começou a se condensar e formar uma protoestrela, o Sol, e os remanescentes constituíram os atuais planetas e demais corpos. Atualmente o Sistema Solar está localizado no Braço de Órion, a vinte e seis mil anos-luz do centro da galáxia, a Via Láctea, que possui cerca de duzentos bilhões de estrelas. O Sistema Solar está atravessando uma região da galáxia conhecida como nuvem interestelar local, uma zona preenchida por material do meio interestelar. O Sol está provavelmente na metade de sua existência. Daqui a cinco bilhões de anos o combustível da estrela acabará, e ocorrerão diversas transformações em seu interior que a transformarão numa estrela gigante vermelha. Posteriormente, as camadas externas serão ejetadas formando uma nebulosa planetária e o núcleo remanescente se tornará uma estrela anã branca, que se esfriará e perderá o brilho, criando umanã negra.

 

 

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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Solar

Região Autónoma da Madeira

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 Região Autónoma da Madeira constitui uma das regiões autónomas de Portugal, correspondendo territorialmente aoarquipélago da Madeira. A Região é dotada de autonomia política e administrativa através do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da República Portuguesa. A Região Autónoma da Madeira faz parte integral da União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299º-2 do Tratado da União Europeia.

Uma das teorias dos historiadores é de que as ilhas da Madeira e Porto Santo foram descobertas primeiro pelos Romanos e que ficaram conhecidas como as "Ilhas de púrpura", mas é um assunto relativamente debatido entre os historiadores e não se encontrou um consenso, dado poder referir-se a outras ilhas mais a sul. Mais tarde o arquipélago foi então redescoberto pelos portugueses, nomeadamente Tristão Vaz Teixeira e João Gonçalves Zarco em 1419, que apelidou a ilha com o nomeMadeira devido à abundância desta matéria-prima. Primeiro, foi descoberta a ilha do Porto Santo (1418), por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira; depois, a ilha da Madeira (1419), com Bartolomeu Perestrelo, que acompanhava de novo João Gonçalves Zarco.

A Madeira é a segunda região mais rica de Portugal, com um PIB per capita de 103% (acima da média Europeia)3 . É um arquipélago bastante turístico durante todo o ano, devido ao seu clima com temperaturas amenas tanto no Inverno como no Verão e também famoso pelo seu espectacular fogo-de-artifício no Ano Novo, classificado como o maior espectáculo pirotécnico do mundo na passagem de ano de 2006 para 2007, assim como pelo seu vinho licoroso característico conhecido mundialmente Vinho da Madeira, pelas suas flores e pelas suas paisagens com montanhas abruptas, vales verdejantes e floridos, o panorama do mar e das escarpas do litoral e pelas suas praias de areia dourada da ilha do Porto Santo.

 As ilhas do arquipélago da Madeira já seriam conhecidas antes da chegada dos portugueses, a crer em referências presentes em obras, bem como na representação destas em cartas geográficas. Entre as obras que se referem à Madeira salientam-se passagens do Libro del Conoscimiento (após 1385), obra de um espanhol, na qual as ilhas são referidas pelo nome de "Leiname", "Diserta" e "Puerto Santo".em 1419

 A Madeira serviu também como modelo para a colonização do Brasil, baseado nas capitanias hereditárias e nas sesmarias, conforme atesta a nomeação de Pero de Góis por D. João III, em 25 de Agosto de 1536, quando o rei determina que exercesse o cargo da maneira que ele deve ser feito e como o é o provedor da minha fazenda na Ilha da Madeira.

No Brasil, os madeirenses tiveram também importante participação na Insurreição Pernambucana, contra a ocupação holandesa.

Durante o século XV a Madeira desempenhou um importante papel nos descobrimentos portugueses. Tornou-se também famosa pelas rotas comerciais que ligavam o porto do Funchal a toda a Europa. E foi no arquipélago da Madeira que o mercador Cristóvão Colombo aprofundou os conhecimentos da arte de navegar e planeou a sua célebre viagem para a América.

Nos séculos XVII e XVIII, uma grave crise económica e alimentar motivaram a Diáspora madeirense. Milhares de famílias partiram para as colónias. Na Madeira, o povo sofria com a fome e a miséria. Em 1747, D. João V ordena o recrutamento voluntário de casais para povoarem a ilha de Santa Catarina. Em 1751, o governador Manuel Saldanha da Gama escreve: Nalguns portos da Ilha, o povo só se alimentava de raízes, flor de giesta e frutos. No mesmo ano, o rei D. José mandou recrutar, só na cidade do Funchal, mil casais sem meios de subsistência para promover o povoamento das colónias, sobretudo do Brasil.

As cores

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O Som das Cores

Ver documento- o que é a cor

O livro totalmente inclusivo, onde todas as crianças independentemente das suas limitações conseguem entender, sentir e ver as cores do arco iris.

 

 

 

EB1/PE das Figueirinhas