domingo, maio 26, 2019

Horário de funcionamento

A biblioteca encontra-se aberta todos os dias úteis no seguinte horário:

  • 8:00h -18:00h
  • 19:00h - 21:30m

 Equipa técnica

  • Leonardo Fernandes (Técnico Superior)
  • Luísa Sardinha (Técnica Superior)
  • Lucilina Ferreira (Assistente Técnica)

Jornal Escola

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Virtualmente N.º 3
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 Maio 2014



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Data qua 10-21-2015 @ 09:14
Autor Élia Freitas
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Noticias

O outro lado - 6 de maio de 2019

O outro lado...

 

Depois desta lufada de carinho e miminhos. Voltamos à rotina com o coração acelerado de alegria. Feliz dia a todos.

 

Sou profunda incerteza, sou grande e pequena, sou intensa.

Sou Primavera inconstante e Verão ardente, como as saudades do que passa e deixa marcas na gente.

Sou mais doce que salgada, sou chocolate, que surpreende o paladar.

Sou a insegurança que por vezes domina os meus atos.

Sou gargalhada que fere o ouvido e volta ao silênciar.

Sou a busca constante, ambiciosa, sou dos livros, sou da música e com vaidade.

Sou orgulhosa, sou o julgamento precoce, sou medrosa...

Sou do dia pela alegria, Sou da praia, sou mais do calor, do que do frio.

sou insatisfeita, sou de opinião forte, de persuadir à leitura que enriquece.

Sou a luta intransigente, o caminho que tracei, os nomes que fiz, que pensei e divulguei.

Sou as vitórias que obtive, sou as cidades que conheci. Sou justa e sincera até mesmo se alguma vez menti.

Sou a memória da infância, a boneca com que brinquei, os pássaros que espreitei e amei, os amigos que tive e até os que inventei. Sou a educação que obtive, sou da família.

Sou de amar. Sou as cores do arco ires, de sonhos com brilho. Sou autêntica. Sou além do que você pensa ou espera

 

sou a imagem ilusória que fez estória. Mas quando acordo sou assim: Tal e qual EU... Lucilina

 

 

                                

 

 

Autor do mês de maio - 2 de maio de 2019

 ILse Losa

 

       

llse Losa nunca se cansou de escrever «a valorização da dimensão humana, dos afectos (às pessoas, aos animais e às coisas), o elogio da vida, sem esconder a sua face mais austera e dura, mas valorizando os pequenas nadas que a tornam mais suave e mágica». Ilse Lieblich Losa nasceu a 20 de Março de 1913, em Bauer, uma cidade perto de Hanover. A primeira infância foi passada com os avós paternos. Frequentou o liceu em Osnabrük e Hildesheim e o Instituto Comercial em Hanover. Após a morte do pai, partiu para Londres, como au pair, onde tomou conta de crianças durante um ano. De regresso à Alemanha e devido à sua ascendência judaica, foi perseguida pela Gestapo e teve de abandonar o seu país. Chegou a Portugal em 1934, radicando-se no Porto, cidade que se torna o seu refúgio e que a vê crescer como escritora. Casa com o arquitecto Arménio Losa e adquire a nacionalidade portuguesa. Ainda que o seu nome se encontre profundamente ligado à escrita destinada aos mais novos, a sua obra estende-se ao romance, ao conto e à crónica (por exemplo, escreveu uma coluna no Público, desde o lançamento deste jornal, em 1990, até finais de 1992). Com colaboração dispersa por jornais e revistas portuguesas e alemãs, de que salientamos o Jornal de Notícias, o Comércio do Porto, o Diário de Notícias, Neue Deutsche Literatur, entre outros, Ilse Losa inicia a sua actividade literária, em 1949, com o romance O Mundo Em Que Vivi, um caso exemplar de literatura preferencialmente destinada aos adultos que é recebida por jovens. É neste mesmo ano que escreve também o livro Faísca Conta a sua História, título que inaugura o conjunto vasto de textos situados na comummente designada como literatura para crianças. Perante a recepção feliz desta obra, Ilse Losa começou a escrever para as crianças numa época em que, em Portugal, ao contrário do que se verificava em Inglaterra ou na Alemanha, o livro infantil não era encarado como relevante. E é precisamente nesta área que o seu trabalho é reconhecido com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças Melhor Texto de 1980-1981 pelo livro Na Quinta das Cerejeiras e, mais tarde, em 1984, com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças, pelo conjunto da sua obra. Multiplicam-se, então, os títulos neste universo preenchido, ao longo de quatro décadas, por contos como Viagem com Wish (1983) e Ana-Ana (1986), por recontos como Silka (1989) e Ora ouve... histórias antiquíssimas adaptadas (1987), por textos dramáticos como AAdivinha: peça em quatro quadros (1967) e O Príncipe Nabo: peça em três actos baseada numa velha história popular (1978) ou pela novela Um fidalgo de pernas curtas (1958).  

 

Autor mês de abril - 15 de abril de 2019

                                                   António Mota

                                                     
                                           
 
Nasceu em Vilarelho, Ovil, Baião, a 16 de julho de 1957. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever, tendo-se dedicado essencialmente à literatura infantojuvenil. É neste âmbito, aliás, que tem atualmente mais de 80 obras publicadas. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983) para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996) para A Casa das Bengalas, o Prémio Nacional de Ilustração (2003) para O Sonho de Mariana (com ilustrações de Danuta Wojciechowska) e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria “Livro Ilustrado” (2004), para Se eu fosse muito magrinho (com ilustrações de André Letria). Além disso, a sua obra O Sonho de Mariana foi escolhida pela Associação de Professores de Português e pela Associação de Profissionais de Educação de Infância para o projeto “O meu brinquedo é um livro” lançado em 2005.
 
 
Em 2008 foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública.
 
Em 2014 foi nomeado para o prémio sueco ALMA (Memorial Astrid Lindgren ) por ser “um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude” e por a sua obra ter “a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal”. A nomeação repetiu-se na edição de 2015. O contacto com os seus leitores é assíduo e multifacetado, tanto através das múltiplas visitas que faz a escolas e bibliotecas um pouco por todo o país como através da Internet, e de uma forma especial através das redes sociais, procurando também dessa forma, fomentar o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
Colaborou com vários jornais e participou em inúmeras ações organizadas por bibliotecas e escolas superiores de educação. Mais de cinquenta títulos da sua autoria estão recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, um consta das Metas Curriculares do Ensino Básico. Tem obras na Internationale Jugendbibliothek de Munique.
 
  
 

Dia Mundial da poesia - 26 de março de 2019

 Comemorou-se dia mundial da Poesia na Biblioteca da Escola

Foi convidadada para celebrar esta efem´ride a Poetisa Teresa Faria, que falou para uma turma de 10º Ano e da unidade especial, sobre a importância da poesia. os alunos mostraram-se atentos e interessados, esta atividade foi fogratificante, no sentido de despertar nos alunos o gosto pela poesia.

 

                   

 

                                     

 

Objetivos específicos de trabalhados desenvolvidos diáriamente na biblioteca - 14 de março de 2019

    Objetivos de trabalho desenvolvidos diáriamente na Biblioteca da Escola: 
       Proporcionar aos alunos a prática de valores indispensáveis à sua                                                                      formação  

                

No que concerne à educação, hoje em valores, que se desenvolvem na vida familiar, na convivência escolar, no trabalho, nas manifestações culturais, nos movimentos e nas organizações sociais, é uma questão fundamental da sociedade atual, imersa numa rede complexa de situações e fenômenos que exigem, em cada dia, intervenções sistemáticas dos profissionais da educação escolar. Neste caso no espaço especifico da Biblioteca da nossa escola.

Entre as diferentes ambiências humanas, a escola tem sido, historicamente, a instituição escolhida pelo Estado e pela família como o melhor lugar para o ensino–aprendizagem dos valores, cumprindo assim esse propósito porque se trata de educação para a vida em sociedade, e em pleno desenvolvimento do educando, 

Sendo assim, cabe à  instituição de ensino a missão, por excelência, de ensinar valores no âmbito do desenvolvimento  dos educandos, através da seleção de conteúdos e métodos que favoreçam temas para usar diáriamnete no espaço da Biblioteca.

Na Biblioteca desenvolvemos tomadas de atitude com o que a sociedade espera da atual juventude  tentando chamar a atenção sempre que necessário além de tentarmos responder às questões acima levantadas, neste caso, trazer exemplos e sugestões bem concretas da sociedade  para o trabalho  ensinando os nossos alunos na prática para que se torne  assim um  bom  hàbito.

A educação é uma exigência de qualquer  sociedade, inserida no mundo globalizado e marcada, desde o início deste século, por tantas mudanças tecnológicas e novos paradigmas políticos, culturais e educacionais, a cada dia, mais exigentes e debatidos em congressos, seminários, encontros internacionais, nacionais e locais, levando-nos a crer que o currículo escolar, é sem dúvida a maioria das famílias não conseguiu acompanhar a velocidade das transformações do mundo atual.

Cada escola, inserida na sua localidade e comunidade, recebe no seu interior todos os conflitos e as mais diversas demandas comunitárias e familiares que levam os gestores de ensino, a terem mão medida diariamente no seu espaço de trabalho.

Não é uma tarefa fácil abordar a questão dos valores na educação escolar, hoje em dia valoriza-se mais a instrução dos nossos jovens do que a educação. sabemos que o ensino tradicional ainda não desapareceu totalmente do meio escolar. Foi por muitos anos, a principal tarefa da escola só transmitir conteúdos escolares. o que não se enquadra mais nas exigências do mundo moderno.

A educação dos alunos não se restringe mais, à mera transmissão de conhecimentos, em que a atividade de ensinar era centrada no professor.

Na sociedade atual, com a ampliação das ambiências de formação escolar, o aluno passa a ser o centro do processo didático-pedagógico, e a educação escolar, agora, é entendida como um todo. O que de facto se tornou uma carga de grande responsabilidade e maior dificuldade para todos. Unidos continuaremos a lutar por uma sociedade melhor.

 

8 de Março dia Internacional da Mulher - 8 de março de 2019

                         8 de Março, dia internacional da mulher

                                 Mulher são também teus os outros 364 dias

                

Ser mulher é ter os sentidos à flor da pele. É fazer nascer a esperança em qualquer palavra, em cada gesto. Até nos mais difíceis. Ser mulher é ter do mundo a dádiva da vida. É encantar qualquer chão. É ser amor! É ser chama! É ser fogo!

Ser mulher é transmitir sentimento. É lágrima! E é gargalhada! É fazer dos dias mais tristes, os dias mais felizes. É rasgar o mundo sem pedir licença para a amargura. É cantar ao céu a verdade da terra. E é fazer a diferença sem ficar diferente. É ser verdade! É ser encanto! Ser mulher é dançar na chuva – sem medo. Ser mulher é ser forte o suficiente para deixar no mundo um local de cores novas e alegres. E é ser francamente.História.

Ser mulher é espalhar felicidade. É gritar com a boca fechada, como quem ama sem vaidade. Ser mulher é carregar todas as dores do passado. Sem custo. É encontrar no orgulho a razão da harmonia. Ser mulher é vontade, é paz e é futuro. Ser mulher é ser maior, nos abraços, nos gestos e atitudes. É abraçar o mundo com suas virtudes...🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹🌹


               

 

Vencedores do Concurso de S. Valentim - 20 de fevereiro de 2019

 

                                    

  Trabalhos elaborados pelos alunos inscritos no concurso de S. Valentim

    

 

                    

                                       Vencedores deste concurso

                                            

 

Autor do mês de Fevereiro - 4 de fevereiro de 2019

                                    Biografia de Camilo Castelo Branco

 

     

As novelas passionais de Camilo Castelo Branco fizeram dele o representante típico do Ultra Romantismo em Portugal .A sua vida atribulada  deu-lhe inspiração para os temas das suas novelas. A sua produção literária é extensa, com mais de uma centena de obras. Produziu poesia, teatro, historiografia, contos, romances e novelas históricas, de aventuras e passionais. Com as novelas passionais tornou-se uma destacada figura literária, chegando ao auge da sua carreira de escritor.

Camilo Castelo Branco foi um dos primeiros escritores portugueses a viver exclusivamente do que escrevia. Em 1885 recebeu o título de Visconde concedido pelo rei de Portugal, D. Luís I. Em 1889, recebeu uma homenagem da Academia de Lisboa.
 
Biografia de Camilo Castelo Branco
 
 
Camilo Castelo Branco (1825-1890) foi um dos maiores escritores portugueses do século XIX. "Amor de Perdição" foi sua novela mais importante. As suas novelas passionais fazem do escritor o representante típico do Ultra Romantismo em Portugal. Foi um dos primeiros escritores portugueses a viver exclusivamente do que escrevia. Recebeu o título de Visconde concedido pelo rei de Portugal, D. Luís I.
Camilo Castelo Branco nasceu na freguesia dos Mártires, em Lisboa, no dia 16 de março de 1825. Filho de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco e de Jacinta Rosa do Espírito Santo Ferreira, ficou órfão de mãe com um ano e de pai com 10 anos. Foi morar com uma tia e depois com sua irmã mais velha. Em 1841, com apenas 16 anos, casou-se com uma jovem de 15 anos, Joaquina Pereira, mas logo a abandonou.
Em 1843 ingressou na Escola de Medicina no Porto, mas entregue-se  à boémia e não conseguiu concluir o curso. Em 1845 publicou seus primeiros trabalhos literários. Em 1846 colabora com o jornal O Povo. Ainda em 1850, conheceu Ana Plácido, casada com um comerciante. Em 1859, Ana abandona o marido e vai viver com Camilo. Em 1860 é processado e preso por crime de adultério, mas é absolvido no ano seguinte, passando a viver com Ana. O casal vai morar em Lisboa e depois em São Miguel de Seide, sempre com muitos problemas financeiros. 
Camilo Castelo Branco viveu cercado de problemas e no fim da vida estava quase cego (em consequência de uma sífilis) e os dois filhos que tivera com Ana Palácios – um tinha problemas mentais e o outro era rebelde – que lhe causaram muitos sofrimentos. Não suportando todos os abatimentos, Camilo suicida-se com um tiro de pistola.
Camilo Castelo Branco morreu em São Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão, no dia 01 de junho de 1890.
 
 
Estilo Literário
As novelas passionais de Camilo Castelo Branco fizeram dele o representante típico do Ultra Romantismo em Portugal .A sua vida atribulada  deu-lhe inspiração para os temas das suas novelas. A sua produção literária é extensa, com mais de uma centena de obras. Produziu poesia, teatro, historiografia, contos, romances e novelas históricas, de aventuras e passionais. Com as novelas passionais tornou-se uma destacada figura literária, chegando ao auge da sua carreira de escritor.
Camilo Castelo Branco foi um dos primeiros escritores portugueses a viver exclusivamente do que escrevia. Em 1885 recebeu o título de Visconde concedido pelo rei de Portugal, D. Luís I. Em 1889, recebeu uma homenagem da Academia de Lisboa.
 
 

Concurso de S. Valentim - 31 de janeiro de 2019

                          Concurso de São Valentim


                                    Regulamento do Concurso 

 

  • A participação neste concurso está aberta a todos os alunos interessados
     
  • O período de inscrição decorre entre 30 de janeiro a 1 de fevereiro.Só serão aceites as
  • candidaturas submetidas dentro do prazo
     
  • Os trabalhos deverão ser entregues na Biblioteca até ao dia 12 de fevereiro.
  • O trabalho a concurso versa sobre a elaboração de uma mensagem acerca do dia de S. Valentim
     
  • Serão selecionados as mensagens mais originais e criativas
     
  • Os três melhores trabalhos eleitos pelo júri serão premiados
     
  • O júri será constituído pela equipa da Biblioteca
     
  • Este concurso é promovido pela Biblioteca da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz e tem por objetivo desenvolver a criatividade e a imaginação.

                         

 
 

Autor do Mês de Janeiro - 10 de janeiro de 2019

                                                  Virginia Woolf

 

              

 

Nascida a 25 de Janeiro de 1882, no bairro londrino de Kensington, Virginia Stephen (nome de solteira) passou a infância numa mansão com os três irmãos, e tratada por sete criados.Virginia começa a escrever muito cedo, e com nove anos produz para uso da família, um jornal a que dá o título de Hyde Park Gate News. Dedicou-se a essa atividade por toda a sua vida.Além de romances, escreveu contos e muitas resenhas e ensaios críticos, distribuídos por diversas publicações periódicas.

Depois do falecimento de sua mãe, em 1895, Virginia teve seu primeiro colapso nervoso, que seria o precursor de várias perturbações psicológicas que a acompanhariam durante sua vida (inclusive transcrevendo-as para uma de suas obras, Mrs Dalloway).
Entre 1905 e 1907, lecionou redação e história em uma instituição de ensino noturno destinada a pessoas da classe operária. Em 1910 trabalha endereçando envelopes para a campanha em favor do voto feminino. Virginia foi, durante toda a vida, defensora da emancipação feminina, registrando suas ideias a respeito do assunto em dois livros de ensaios: A Room of One’s Own (Um quarto só seu) e Three Guineas (Três guinéus).
Em 1907 começou a trabalhar em seu primeiro romance, The Voyage Out (A Viagem), que só foi efetivamente publicado em 1915.

Em 1912 casou-se com Leonard Woolf, que acabara de chegar do Ceilão (que hoje é o Sri Lanka), onde trabalhou como funcionário da administração colonial.
Permaneceu casada com Leonard por toda a vida, e em 1917 funda com sua ajuda uma editora a Hogarth Press, que a partir de então passou a editar os livros do casal e muitos outros títulos importantes, incluindo a tradução britânica da obra de Freud.

Passa por inúmeras fases criativas, mesmo em meio a suas constantes perturbações, publicando inúmeras obras.

Em Outubro de 1928 Virginia deu conferências nas duas únicas faculdades da Universidade de Cambridge dedicadas à educação feminina (Newnham e Girton), que estão na essência de seu livro A Room of One’s Own, de 1929. Este livro trata da discriminação da mulher na sociedade e na literatura.

Em 1932 começou a escrever o último romance que publicou em vida, The Years (Os anos).

Os problemas de saúde de Virginia se agravaram de forma exponencial, e em 27 de Março de 1941 o casal viajou para outra cidade, a fim de conseguir uma consulta médica.No dia 28 Virginia sai de casa, deixando um bilhete para o marido.

No dia 18 de Abril seu corpo foi encontrado por algumas crianças, à beira do Rio Ouse. Estava com cinquenta e nove anos. No dia 21 de Abril realizou-se a cerimônia de cremação do corpo de Virginia Woolf, sendo o único a estar presente seu eterno companheiro Leonard Woolf, com quem viveu feliz por tantos anos quanto lhe foi possível.

 

 

Efemeride: Festa de Santo Amaro Em Santa Cruz celebrada 15 de Janeiro - 10 de janeiro de 2019

                                                    Santo Amaro

 

                                  Programa                                       imagem de Santo Amaro

                     

 

 

Festejado a 15 de Janeiro, Santo Amaro - também chamado de Mauro - nasceu em Roma no século VI. De origem patrícia, era filho do senador romano Eutichio.

Com apenas doze anos de idade sai de Roma para o Monte Cassino, trazido por seus pais que, o entregam aos cuidados de São Bento, fundador da Ordem Beneditina, para que ali termine a sua formação.  Correspondendo de tal modo, às expectativas do seu mestre, tornou-se o homem de maior confiança e em pouco espaço de tempo, vai sendo encarado pelos outros religiosos como um exemplo a seguir. São Bento em reconhecimento dessas virtudes, escolhe-o para trabalhar na escola de jovens, anexa ao mosteiro de Monte Cassino.
As suas principais virtudes: casto, humilde, caridoso e obediente à Regra da Ordem. Ainda em vida, Amaro teve fama de santidade. Faleceu em 584.
É invocado na cura de certas doenças:  gripe, reumatismo, rouquidão, dor de cabeça e paralisia. É padroeiro dos transportadores. Na ilha da Madeira celebra-se o dia de Santo Amaro (15 de Janeiro) de maneira  particularmente festiva e cerimoniosa, colocando-se na mesa iguarias idênticas às do dia de Natal. Esta festividade é comemorada em várias freguesias da ilha com especial relevo na cidade de Santa Cruz. Além de ser a data em que se desmancham os presépios ou lapinhas, que decorre um pouco por toda a ilha da Madeira, este  dia dedicado a Santo Amaro, tem um peculiar uso, também ele alegre e festivo: «o varrer dos armários».
 
                    
 

Decorações de natal na Biblioteca - 17 de dezembro de 2018

           Ilustração das Decorações de Natal na Biblioteca da nossa Escola

              

    

                                                        

       A equipa da Biblioteca deseja a todos um feliz natal repleto de saúde e boas leituras...

 

Atividades de Natal - 12 de dezembro de 2018

                                  Atividades de Natal na Biblioteca da Escola

 

                    

  • Concurso: Criação de postais de Natal pelos alunos interessados
     
  • As restantes atividades realizam-se entre os dias 11 e 13 de Dezembro
     
  • Dia 11 encontro com o escritor Lídio Araújo
     
  • Dia 12 Entrega dos prémios a concurso: "O Melhor Postal de Natal"

 

Foram vencedoras deste concurso as alunas:

1º prémio -  Mariana Ferreira   6ºA   

2º prémio -  Lourenza Dias   10ºB

3º prémio -  Leonor Betencourt     7º B

                                           Todos os participantes, estão de parabéns... Participem mais vezes
 

Ilustração das atividades desenvolvidas.

 

                      

 

 

  


CREM - Centro de Recursos Educativos e Multimédia