terça-feira, setembro 17, 2019

Horário de funcionamento

A biblioteca encontra-se aberta todos os dias úteis no seguinte horário:

  • 8:00h -18:00h
  • 19:00h - 21:30m

 Equipa técnica

  • Leonardo Fernandes (Técnico Superior)
  • Luísa Sardinha (Técnica Superior)
  • Lucilina Ferreira (Assistente Técnica)

Jornal Escola

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Virtualmente N.º 3
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 Maio 2014



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Data qua 10-21-2015 @ 09:14
Autor Élia Freitas
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Noticias

Ano Letivo 2019/ 2020 - 16 de setembro de 2019

 amizades novas espectativas, aumentando o conhecimento com o redobrar do folego após as férias. Agarrando-se à motivação para passar todas as etapas.

Criar uma postura nas aulas atenta e dinâmica.
Saber orientar o tempo, organizar-se, fazer planos , interagir para a qualidade do sucesso.
Assim desejo que seja um ano repleto de alegrias e boas energias para que cada um consiga os seus objetivos com sucesso. BOM ANO A TODOS.
 
 
 

Culminar do ano letivo na Biblioteca: "O Valor da Leitura" - 18 de junho de 2019

O valor da leitura

Ler proporciona ao indivíduo novas descobertas. Com a prática da leitura passa a adquirir maior diversidade de conhecimentos, modificando a sua percepção do mundo. A leitura é uma porta que abre passagem para universos diferentes. Para além de dar prazer ao leitor e informação. aumentando a visão pessoal do leitor, determinará novos pensamentos e criando diferentes formas de interpretação, dando significado à vida e ao papel de cada um diante a sociedade em que está inserido. A capacidade de ler do aluno, quando ele é ainda criança, está veiculada com a biblioteca e o técnico que nela trabalha prtilhando com a escola e fortalecendo o ensino do professor na sala de aula  proporcionando assim ao estudante novas informações de forma dinâmica e criativa. A Biblioteca escolar tem um papel fundamental na formação intelectual do aluno. Para que este  obtenha resultados satisfatórios.

A biblioteca precisa de um acervo atualizado para oferecer condições de trabalho ao profissional de biblioteca, fazendo com que ele cative e estimule os alunos a irem mais vezes à biblioteca, pois é lá é o espaço de aquisição dos conhecimentos nas diversas áres.
A  Biblioteca escolar e  a escola teem um papel relevante na tarefa de oferecer oportunidades de leitura para os  alunos. Por tanto para que uma escola tenha alunos leitores é necessário que conte com uma biblioteca com capacidade de oferecer serviços e produtos que atraiam os alunos e os restantes membros da comunidade escolar. Importante também neste processo é contar com professores  que motivem os alunos a frequentar a  Biblioteca   com objetivo de torná-la num centro de formação de leitores que venham adquirir habilidades para realizar leituras críticas e objetivas, e de abrir novos mundos ao mundo.

              
 

Atividade: 600 anos da Descoberta do Arquipelago da Madeira - 5 de junho de 2019

600 Anos da Descoberta do Arquipélago da Madeira 

 
No ano em que se comemoram os 600 anos da descoberta do arquipélago da Madeira, achámos que fazia todo o sentido a realização desta atividade. A dinamização ficou a cargo da historiadora e investigadora Isabel Gouveia, coordenadora do Solar do Ribeirinho Núcleo Museológico de Machico. Esta palestra realizou-se no dia 4 de junho, entre as 10h45 e as 11h30 na biblioteca da nossa escola.
Compareceram um total de 58 alunos. A turma do 6.ºA (23 alunos) veio acompanhada pelos professores Rita Fernandes e Miguel Ângelo; a turma 5.º E (24 alunos), pelo docente Élvio Pestana e a turma CEF Operador de Informática, pela professora Maria da Luz Spínola.
Foram abordados variadíssimos temas, nomeadamente, a descoberta/achamento do arquipélago, a lenda de Machim, a ação do Infante D. Henrique, a administração de Tristão Vaz Teixeira, a importância do açúcar e a toponímia e o desenvolvimento de Santa Cruz. Por último, a formadora ainda divulgou o Mercado Quinhentista de Machico, agendado entre os dias 7 a 9 de junho
Os alunos manifestaram grande interesse pela atividade e mostraram-se bastante atentos
A referida historiadora, aproveitou a ocasião para oferecer à biblioteca o livro "Festa no Forte" de Paula Spínola e Rafaela Rodrigues. O livro retrata “uma festa de aniversário, que está a decorrer no Forte, no fim de semana do Mercado Quinhentista, e é interrompida por piratas verdadeiros: o tetraneto do francês “Pé de Pau” que passou por Machico em 1566, que supostamente deixou um mapa do tesouro e que este tetraneto, agora, vem procurar”.
 
 
 
 
                       
                    
 
 

1 de junho " Dia Mundial da Criança " - 31 de maio de 2019

SER CRIANÇA...

Ser criança é ser feliz!
É falar o que pensa 
Sem pensar no que diz.
É assim de nascença,
Sendo eterno aprendiz!
 
É ser simples e bondoso,
É ter o dom de amar
E sempre ser carinhoso,
É gostar de brincar
E brincar bem gostoso!
 
É ser bem inteligente 
Aprendendo tudo que ver.
E não sendo experiente
Tudo que ele quer
É ser criança eternamente!
 
É não ter ódio no coração,
É para o bem dizer sim
E para o mal dizer não,
É querer tudo e enfim
É viver com paixão!
 
É ter fé e esperança,
É ser grande sendo pequeno,
É ter a fala mansa
Quando quer ganhar terreno 
No mundo de ser criança
 
Valdemi Cavalcante Teixeira
 
   
             
 

O outro lado - 6 de maio de 2019

O outro lado...

 

Depois desta lufada de carinho e miminhos. Voltamos à rotina com o coração acelerado de alegria. Feliz dia a todos.

 

Sou profunda incerteza, sou grande e pequena, sou intensa.

Sou Primavera inconstante e Verão ardente, como as saudades do que passa e deixa marcas na gente.

Sou mais doce que salgada, sou chocolate, que surpreende o paladar.

Sou a insegurança que por vezes domina os meus atos.

Sou gargalhada que fere o ouvido e volta ao silênciar.

Sou a busca constante, ambiciosa, sou dos livros, sou da música e com vaidade.

Sou orgulhosa, sou o julgamento precoce, sou medrosa...

Sou do dia pela alegria, Sou da praia, sou mais do calor, do que do frio.

sou insatisfeita, sou de opinião forte, de persuadir à leitura que enriquece.

Sou a luta intransigente, o caminho que tracei, os nomes que fiz, que pensei e divulguei.

Sou as vitórias que obtive, sou as cidades que conheci. Sou justa e sincera até mesmo se alguma vez menti.

Sou a memória da infância, a boneca com que brinquei, os pássaros que espreitei e amei, os amigos que tive e até os que inventei. Sou a educação que obtive, sou da família.

Sou de amar. Sou as cores do arco ires, de sonhos com brilho. Sou autêntica. Sou além do que você pensa ou espera

 

sou a imagem ilusória que fez estória. Mas quando acordo sou assim: Tal e qual EU... Lucilina

 

 

                                

 

 

Autor do mês de maio - 2 de maio de 2019

 ILse Losa

 

       

llse Losa nunca se cansou de escrever «a valorização da dimensão humana, dos afectos (às pessoas, aos animais e às coisas), o elogio da vida, sem esconder a sua face mais austera e dura, mas valorizando os pequenas nadas que a tornam mais suave e mágica». Ilse Lieblich Losa nasceu a 20 de Março de 1913, em Bauer, uma cidade perto de Hanover. A primeira infância foi passada com os avós paternos. Frequentou o liceu em Osnabrük e Hildesheim e o Instituto Comercial em Hanover. Após a morte do pai, partiu para Londres, como au pair, onde tomou conta de crianças durante um ano. De regresso à Alemanha e devido à sua ascendência judaica, foi perseguida pela Gestapo e teve de abandonar o seu país. Chegou a Portugal em 1934, radicando-se no Porto, cidade que se torna o seu refúgio e que a vê crescer como escritora. Casa com o arquitecto Arménio Losa e adquire a nacionalidade portuguesa. Ainda que o seu nome se encontre profundamente ligado à escrita destinada aos mais novos, a sua obra estende-se ao romance, ao conto e à crónica (por exemplo, escreveu uma coluna no Público, desde o lançamento deste jornal, em 1990, até finais de 1992). Com colaboração dispersa por jornais e revistas portuguesas e alemãs, de que salientamos o Jornal de Notícias, o Comércio do Porto, o Diário de Notícias, Neue Deutsche Literatur, entre outros, Ilse Losa inicia a sua actividade literária, em 1949, com o romance O Mundo Em Que Vivi, um caso exemplar de literatura preferencialmente destinada aos adultos que é recebida por jovens. É neste mesmo ano que escreve também o livro Faísca Conta a sua História, título que inaugura o conjunto vasto de textos situados na comummente designada como literatura para crianças. Perante a recepção feliz desta obra, Ilse Losa começou a escrever para as crianças numa época em que, em Portugal, ao contrário do que se verificava em Inglaterra ou na Alemanha, o livro infantil não era encarado como relevante. E é precisamente nesta área que o seu trabalho é reconhecido com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças Melhor Texto de 1980-1981 pelo livro Na Quinta das Cerejeiras e, mais tarde, em 1984, com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças, pelo conjunto da sua obra. Multiplicam-se, então, os títulos neste universo preenchido, ao longo de quatro décadas, por contos como Viagem com Wish (1983) e Ana-Ana (1986), por recontos como Silka (1989) e Ora ouve... histórias antiquíssimas adaptadas (1987), por textos dramáticos como AAdivinha: peça em quatro quadros (1967) e O Príncipe Nabo: peça em três actos baseada numa velha história popular (1978) ou pela novela Um fidalgo de pernas curtas (1958).  

 

Autor mês de abril - 15 de abril de 2019

                                                   António Mota

                                                     
                                           
 
Nasceu em Vilarelho, Ovil, Baião, a 16 de julho de 1957. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever, tendo-se dedicado essencialmente à literatura infantojuvenil. É neste âmbito, aliás, que tem atualmente mais de 80 obras publicadas. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983) para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996) para A Casa das Bengalas, o Prémio Nacional de Ilustração (2003) para O Sonho de Mariana (com ilustrações de Danuta Wojciechowska) e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria “Livro Ilustrado” (2004), para Se eu fosse muito magrinho (com ilustrações de André Letria). Além disso, a sua obra O Sonho de Mariana foi escolhida pela Associação de Professores de Português e pela Associação de Profissionais de Educação de Infância para o projeto “O meu brinquedo é um livro” lançado em 2005.
 
 
Em 2008 foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública.
 
Em 2014 foi nomeado para o prémio sueco ALMA (Memorial Astrid Lindgren ) por ser “um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude” e por a sua obra ter “a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal”. A nomeação repetiu-se na edição de 2015. O contacto com os seus leitores é assíduo e multifacetado, tanto através das múltiplas visitas que faz a escolas e bibliotecas um pouco por todo o país como através da Internet, e de uma forma especial através das redes sociais, procurando também dessa forma, fomentar o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
Colaborou com vários jornais e participou em inúmeras ações organizadas por bibliotecas e escolas superiores de educação. Mais de cinquenta títulos da sua autoria estão recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, um consta das Metas Curriculares do Ensino Básico. Tem obras na Internationale Jugendbibliothek de Munique.
 
  
 

Dia Mundial da poesia - 26 de março de 2019

 Comemorou-se dia mundial da Poesia na Biblioteca da Escola

Foi convidadada para celebrar esta efem´ride a Poetisa Teresa Faria, que falou para uma turma de 10º Ano e da unidade especial, sobre a importância da poesia. os alunos mostraram-se atentos e interessados, esta atividade foi fogratificante, no sentido de despertar nos alunos o gosto pela poesia.