terça-feira, fevereiro 18, 2020

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A biblioteca encontra-se aberta todos os dias úteis no seguinte horário:

  • 8:00h -18:00h
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Virtualmente N.º 3
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 Maio 2014



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Data qua 10-21-2015 @ 09:14
Autor Élia Freitas
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Noticias

Comemorando o dia de São Valentim - 30 de janeiro de 2020

 Comemorando o dia de São Valentim

 

Apróxima-se o dia 14 de Fevereiro e como já vem sendo hàbito a Biblioteca da nossa escola convida os nossos alunos a se envolverem num concurso que versa sobre a elaboração de um postal, ao critério de cada um sobre este dia.
No qual podem se inscrever entre os dias 28 e 31 de Janeiro. Os trabalhos serão selecionados criteriosamente consoante a originalidade e criatividade.
Os três melhores trabalhos, serão premeados.
Este Concurso, é promovido pela Biblioteca da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz e tem como objectivo, desenvolver a imaginação e criatividade dos nossos alunos. Participa!!! Ganha prémios.

                                    

 

Festa de Santo Amaro - dia 15 de janeiro - 14 de janeiro de 2020

                                       Festa de Santo Amaro en santa Cruz

     
                                                                                                                      
 
É já no proximo dia 15 deste mês que se comemora a festa deste Santo. Festa de caráter religioso, é também conhecida entre o povo como "o varrer dos armários" e assinala o fim dos festejos natalícios. Esta festa dá o mote para as pessoas se divertirem, visitando casa a casa de vassoura na mão, pedindo para varrer os armários e dedicando as tradicionais cantigas como estas:
 
Santo Amaro vem pertinho...
Traz ao pescoço o rosário.                     
Inda há bolos, há vinho,
Vamos varrer os armários...
 
Vamos varrer os armários...
E o que falta para acabar.
Viva a festa de Santo Amaro
É o Natal a terminar.
 

Autor do mês de janeiro - 14 de janeiro de 2020

                                                       António Torrado

 

               

Licenciado em direito pela universidade de Coimbra, é considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa. Desde cedo se dedicou à escrita, publicando o seu primeiro livro aos 18 anos. A sua obra é bastante extensa e deversificada, integrando textos de raíz popular, poesia e contos. Os valores relativos à liberdade de expressão e o respeito pela diferença estão presentes ao longo de toda a sua obra, reconhecida por ser um veículo de mensagem importante para os jovens.

A sua bibliografia, com mais de 120 títulos, foi contemplada em 1988, com o Grande Prémio Caloust Goulbenkian de Literatura para Crianças. Em 1974 e 1976, algumas das suas obras foram incluídas na lisata de honra do "IBBY" - Internacional Board on Books for Yaung People. Este escritor foi uma das figuras de maior relevo do pós 25 de Abril, sabendo dosear de forma equilibrada o humor e a crítica, dando sinais de profundo conhecimento do imaginário infantil.
Foi jornalista, editor e professor no ensino secundário e chefe de departamento da RTP em programas infantis. É atualmente coordenador no centro de arte infantil da Fundação Caloust Gulbekian e também professor na escola Superior de Teatro e Cinema.
 

A chegada do Natal... - 18 de dezembro de 2019

Aproxima-se o Natal, tempo de esperança que traz a todos os corações, desejos e realizações dos quais se destacam as famílias unidas na alegria e na partilha da magia que esta época representa. Mais do que tudo é o amor verdadeiro que engrandece os corações. Assim se explica o significado verdadeiro desta comemoração natalicia.
No nosso espaço da Biblioteca, é hábito representarmos, com símbolos e imagens  este acontecimento, sensibilizando toda a comunidade educativa para esta quadra de confraternização.

"Um Bom Natal a Todos!"

                                

 

Autor do mês de Dezembro - 18 de dezembro de 2019

Sophia de Mello Breyner Andersen

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) nasceu na cidade do Porto, Portugal, no dia 6 de novembro de 1919. Foi uma das mais importantes poetisas portuguesas comtemporanea. Foi a primeira mulher a receber o prémio Camões, o maior prémio literário da língua portuguesa. De família aristocrática era filha de João Herique Andresen e Maria Amélia de Mello Breyner e neta do proprietário da Quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico do Porto. Sua mãe era neta do Conde Henrique de Burnay e filha do Conde de Mafra. Estudou Filosofia Clássica na Universidade de Lisboa, entre 1936 e 1939, sem concluir o curso. Participou de movimentos universitários. Em 1940 publicou seus primeiros versos nos “Cadernos de Poesia”.

A partir de 1944 se dedica-se à literatura, nesse mesmo ano escreve diversas poesias, entre elas, “O Jardim e a Casa”, “Casa Branca”, “O Jardim Perdido” e “Jardim e a Noite”, obras que recordam sua infância e juventude. Em 1946 casou-se com o jornalista, advogado e político Francisco Souza Tavares e muda-se par Lisboa. O casal teve cinco filhos, que a motivaram a escrever contos infantis, entre eles, “A Menina do Mar” (1961) e “A Fada Oriana” (1964). Nesse mesmo ano recebeu o Prêmio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores pela obra “Livro Sexto” (1962).

 
Sophia de Mello Breyner participou ativamente da oposição ao Estado Novo. Foi candidata pela oposição Democrática nas eleições legislativas de 1968. Foi sócia fundadora da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos. Após a Revolução de abril de 1974 foi candidata à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista em 1975.
 
Sophia foi contemporânea dos poetas Eugênio de Andrade, Jorge de Sena, entre outros. Sua obra soa muitas vezes como uma voz de liberdade. Denota também uma sólida cultura clássica, onde se observa sua paixão pela cultura grega. Alguns temas são constantes em suas obras, como a “natureza”, “a cidade”, “o tempo” e “o mar”. Sua importante obra para crianças tornou-se um clássico da literatura infantil em Portugal, marcando várias gerações.
 
Autora de diversos livros de poesia escreveu também contos, artigos, ensaios e peça teatral. Traduziu para o português as obras de Eurípedes, Shakespeare, Dante e Claudel. Para o francês traduziu Camões, Mário Sá-Carneiro, Cesário Verde, Fernando Pessoa, entre outros.
 
Sophia de Mello Breyner recebeu diversos prêmios e honrarias, entre eles, o título Honoris Causa, em 1998, pela Universidade de Aveiro, o Prêmio Camões (1999), o Prêmio de Poesia Max Jacob (2001) e o Prêmio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana em 2003.
 
Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu em Lisboa, no dia 2 de julho de 2004. Desde 2005 seus poemas foram colocados em exposição permanente no Oceanário de Lisboa.
 

Autor do mês de novembro: António Torrado - 11 de novembro de 2019

Antonio Torrado

 

                                                       

António Torrado nasceu em Lisboa (1939), mas com raízes familiares na Beira Baixa. Poeta, ficcionista, dramaturgo, autor de obras de pedagogia e de investigação pediográfica, é por excelência um contador de histórias, estando muitos dos seus livros e contos traduzidos em várias línguas. Foi jornalista, editor, professor, produtor principal e chefe do Departamento de Programas Infantis da RTP. A sua bibliografia regista atualmente mais de 120 títulos, onde sobressai a produção literária para crianças, contemplada em 1988, com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças. Livros seus foram, em 1974 e 1996, incluídos na Lista de Honra do IBBY - Internacional Board on Books for Young People. Segundo o crítico e investigador José António Gomes, "Torrado impôs-se como uma das figuras de maior relevo da nossa literatura do pós-25 de abril e dificilmente se encontrará hoje um autor que, de forma tão equilibrada, saiba dosear em livro o humor, a crítica e os sinais de um profundo conhecimento do imaginário infantil."

                                  

 

 

11 de Novembro, dia de São Martinho - 11 de novembro de 2019

                                               Lenda de São Martinho

                                                       O porquê do "Verão" de S. Martinho

 

                       

 
O dia de S. Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro. Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu. O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado. O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada, depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu. Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.
 
 PROVÉRBIOS: 
 
No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho.
Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro.
Dia de S. Martinho fura o teu pipinho.
Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal. 
Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano..
 

Relembrando a comemoração do dia das Bibliotecas Escolares - 28 de outubro de 2019

                                         Relembrando o dia das Bibliotecas Escolares

                     

 

                Resumo: "Aprender a ler o mundo por meio da diversidade cultural"
 
[...] ler é além da atribuição de significados e da imagem gráfica dar sentido ao que o escritor atribui da relação que estabelece com a sua experiência.
Assim envolve aspectos sensoriais (ver e ouvir os símbolos liguísticos) emocionais (identificando concordancia, discordancia ou apreciação) racionais (analisar, criticar, relacionar, interpretar). Há portanto diferentes níveis de leitura que saiem do texto para o mundo da mente.
A crise da leitura abarca hoje muitos letrados incapazes de ler a própria realidade do mundo. Aliás, Paulo Freire já chamava atenção para o facto de que a leitura do mundo se faz, dia a dia, através da palavra da escrita e dos factos. Desta forma, torna-se impossível uma leitura de consenso uniforme. Pois na diversidade das interpretações se revela a riqueza de um texto adaptado à realidade.
 
 
                   
                           
 
                                                                       Exposição de livros 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

Autor do mês de outubro - 14 de outubro de 2019

 

 Ilse Losa

llse Losa nunca se cansou de escrever «a valorização da dimensão humana, dos afectos (às pessoas, aos animais e às coisas), o elogio da vida, sem esconder a sua face mais austera e dura, mas valorizando os pequenas nadas que a tornam mais suave e mágica». Ilse Lieblich Losa nasceu a 20 de março de 1913, em Bauer, uma cidade perto de Hanover. A primeira infância foi passada com os avós paternos. Frequentou o liceu em Osnabrük e Hildesheim e o Instituto Comercial em Hanover. Após a morte do pai, partiu para Londres, como au pair (Originalmente referia-se ao trabalho fornecido em troca de alojamento e comida, com ou sem remuneração), onde tomou conta de crianças durante um ano. De regresso à Alemanha e devido à sua ascendência judaica, foi perseguida pela Gestapo e teve de abandonar o seu país. Chegou a Portugal em 1934, radicando-se no Porto, cidade que se torna o seu refúgio e que a vê crescer como escritora. Casa com o arquitecto Arménio Losa e adquire a nacionalidade portuguesa. Ainda que o seu nome se encontre profundamente ligado à escrita destinada aos mais novos, a sua obra estende-se ao romance, ao conto e à crónica (por exemplo, escreveu uma coluna no Público, desde o lançamento deste jornal, em 1990, até finais de 1992). Com colaboração dispersa por jornais e revistas portuguesas e alemãs, de que salientamos o Jornal de Notícias, o Comércio do Porto, o Diário de Notícias, Neue Deutsche Literatur, entre outros, Ilse Losa inicia a sua actividade literária, em 1949, com o romance O Mundo Em Que Vivi, um caso exemplar de literatura preferencialmente destinada aos adultos que é recebida por jovens. É neste mesmo ano que escreve também o livro Faísca Conta a sua História, título que inaugura o conjunto vasto de textos situados na comummente designada como literatura para crianças. Perante a recepção feliz desta obra, Ilse Losa começou a escrever para as crianças numa época em que, em Portugal, ao contrário do que se verificava em Inglaterra ou na Alemanha, o livro infantil não era encarado como relevante. E é precisamente nesta área que o seu trabalho é reconhecido com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças Melhor Texto de 1980-1981 pelo livro Na Quinta das Cerejeiras e, mais tarde, em 1984, com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças, pelo conjunto da sua obra. Multiplicam-se, então, os títulos neste universo preenchido, ao longo de quatro décadas, por contos como Viagem com Wish (1983) e Ana-Ana (1986), por recontos como Silka (1989) e Ora ouve... histórias antiquíssimas adaptadas (1987), por textos dramáticos como A Adivinha: peça em quatro quadros (1967) e O Príncipe Nabo: peça em três actos baseada numa velha história popular (1978) ou pela novela Um fidalgo de pernas.

 

Mensagem de início de ano escolar - 16 de setembro de 2019

ANO LETIVO 2019/2020

E porque estamos no inicio de mais um ano letivo, nunca é demais lembrar. Que o processo de estudo de cada aluno não se restringe à sala de aula, mas a toda a sua postura como estudante frente à vida na sociedade.
Desejo a todos um começo de ano letivo com tranquilidade, respeitando o tempo/ espaço, assim como todo um conjunto de companheirismo próprio desta etapa.

  • Concentrar energias para poder realizar todos os trabalhos necessários rumo a conquistas.
  • Saber criar novas amizades novas espectativas aumentando o conhecimento com o redobrar do fôlego após as férias. Agarrando-se à motivação para passar todas as etapas.
  • Criar uma postura nas aulas atenta e dinamica.
  • Saber orientar o tempo, organizar-se, fazer planos, interagir para a qualidade do sucesso.

Assim desejo que seja um ano repleto de alegrias e boas energias para que cada um cumpra os seus objetivos com sucesso.

BOM ANO LETIVO a todos...

 

 

 
 

  


CREM - Centro de Recursos Educativos e Multimédia