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Autor: Início: 13/10/2016 10:54
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Por admin.colegiosteresinha Em 18/10/2021 08:21

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos do 6.º ano realizaram um trabalho de projeto, com o intuito de sensibilizar para a proteção e respeito pelos animais.

O dia 4 de outubro, Dia Mundial do Animal, ficou marcado pela iniciativa dos alunos que, como agentes promotores do amor pelos animais, bem como de uma responsabilidade e sentido de humanismo cuja premência se impõe cada vez mais, souberam responder ao desafio proposto, com muita alma e a determinação do costume.

Proteger e respeitar incluem, naturalmente, alimentar, zelar pelo bem-estar dos animais e brincar com eles, sejam domésticos ou selvagens. E, acima de tudo, nunca os abandonar! Premissas fundamentais para uma sociedade que queremos mais ativamente participativa, humanista e solidária.

E, assim, os alunos do 6.º ano estão de parabéns por terem deixado a sua marca indelével na contribuição para um mundo melhor, um planeta mais saudável, um futuro mais garantido.

 

Por estes e por todos os seres vivos, caminhemos com amor e responsabilidade!

Por admin.colegiosteresinha Em 06/10/2021 08:58

(E)terna Santa das Rosas

Na passada sexta-feira, 1 de outubro, a comunidade do Colégio de Santa Teresinha empenhou-se numa honrosa homenagem à sua padroeira, Santa Teresinha.

Nascida Marie Françoise Thérèse Martin, Santa Teresinha do Menino Jesus deixou um exemplo simples de cultivar a vida espiritual. Um caminho árduo, marcado pela perda da mãe aos quatro anos, fê-la acreditar que o coração do homem, mesmo na sua pequenez, acaba por ser reconhecido pelo amor de Deus.

A “pequena rainha da França e de Navarra”, assim agraciada pelo carinho especial do seu pai, depois de um percurso de caridade e de extrema humildade, foi beatificada pelo Papa Pio XI, que a considerava a «estrela do seu Pontificado», «uma palavra de Deus», e, mais tarde, canonizada.

Como forma de glorificar a também padroeira universal das missões católicas, foram muitas as iniciativas implementadas em cada sala de aula, do pré-escolar ao terceiro ciclo. Não faltaram os placares bem ornamentados com trabalhos criativos e materiais diversificados. Um mural com as flores prediletas da Santa foi construído, sob a aclamação dos seus atributos, podendo-se, entre outros, ler “guerreira”, “humilde”, “cuidadora”. Com a lição de cada sábio pensamento da Santa Teresinha, foram registadas palavras-chave da sua ação em pétalas, que, juntas, deram lugar a uma bela e vistosa rosa.

Nesta caminhada há pouco iniciada, exigente e tão desafiante, é sempre hora de pedir proteção, amor e esperança imensa.

Ó Santa Teresinha, exemplo de alma, rogai por nós!

Querida padroeira, coração misericordioso, ouvi as nossas preces!

Por admin.colegiosteresinha Em 06/10/2021 08:42

“Ó gente da minha terra!”

Os músicos madeirenses foram enaltecidos no Dia Mundial da Música, a 1 de outubro, no Colégio. Tudo partiu do projeto desenvolvido pela disciplina de educação musical junto dos alunos do sexto ano de escolaridade. Tiveram, em primeiro lugar, de escolher um músico madeirense; depois, pesquisar a sua vida e obra; por fim, construir um cartaz apelativo sobre a personalidade selecionada. E o resultado está à vista no primeiro andar da instituição. Criatividade e trabalho!

Muita gente da terra, mais ou menos presente, foi, então, assinalada. Entre tantos nomes sonantes da música madeirense, Maximiano de Sousa ganhou um especial destaque na galeria dos grandes imortais. Do sonho de barbeiro, alfaiate formado,  a um dos mais populares artistas portugueses, Max  deixou grandes êxitos como “Noites da Madeira”, “Bailinho da Madeira” e “A Mula da Cooperativa”.

Aproveitou-se, por último, a efeméride para vincar as vantagens desta forma de arte que, adorada por milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, é capaz de unir povos e de cimentar a paz. Melhorar a comunicação, criar laços e fomentar a partilha, eis outros propósitos da música. 

Por admin.colegiosteresinha Em 03/10/2021 17:11
Por admin.colegiosteresinha Em 20/09/2021 18:23

Com poesia, música, fotografia e valores, assim se deu início ao novo ano letivo. Sem angústia e devagarinho, com calma, tudo foi acontecendo, não fosse Santa Teresinha a (e)terna padroeira e protetora dos discípulos da sua nobre casa.

Os professores prepararam as suas salas para bem acolher os protagonistas de 2021/2022. Não faltaram as notas de boas-vindas com palavras bordadas a cor e magia. Pela primeira vez, todo o elenco dos segundo e terceiro ciclos foi recebido pelas fotografias criativas dos seus mentores, os seus professores, distribuídas no placar do terceiro andar, junto ao elevador. Saídos de um filme de animação pareciam e muita alegria semearam junto dos seus alunos. Pelos corredores e escadaria, admirando os candeeiros apelativos cheios de cor e de sabedoria, os alunos foram caminhando para o seu palco, salas de aula, revestidas de alegria e frescura.

Depois, outros placares, sob o projeto interdisciplinar do ano transato “EcoValores”, lembraram, neste arranque, que o caminho era para se fazer com valores, com responsabilidade e respeito pela casa de todos, o “planeta azul”.

Assim, entre palavras sábias e belas, como as de Miguel Torga, se registou que cada um tinha talento para fazer o seu destino. O importante era ser persistente perante as adversidades e nunca desistir. Partir com destemidez como os heróis do passado e tantos do presente (cada vez mais desafiante)!

 

Bom ano letivo a toda comunidade!

Por admin.colegiosteresinha Em 07/09/2021 13:14
Por admin.colegiosteresinha Em 02/09/2021 19:38
Por admin.colegiosteresinha Em 14/08/2021 09:50
Por admin.colegiosteresinha Em 12/07/2021 14:00

Foi na tarde de 5 de julho que, reunidos no Colégio de Santa Teresinha, se ouviu o distinto Secretário Regional da Educação, Ciência e Tecnologia, Dr. Jorge Carvalho, a percorrer os novos caminhos da educação.

A Superiora Provincial das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias, Ana Freitas Marques da Silva, fez as honras de abertura, apontando a relevância da temática nas escolas da sua instituição, que “encaminhar” para a excelência, sob os valores da “Boa” serva de Deus, era missão.

Despertada a atenção dos presentes, cerca de 110 professores da Província do Coração de Maria, o Secretário, partindo do pensamento do líder indiano, Mahatma Gandhi, afirmou que o futuro dependia das ações do presente.

Depois de garantir que, em matéria de percursos, não existia um único, pois, já à nascença, estimulado era o ser humano por um conjunto de “caminhos”, apresentou quatro biografias para realçar a importância do professor. Evidenciou que as suas atitudes marcavam vidas. Ao encorajar, devia respeitar as vontades dos seus alunos. Orientar e acompanhar sonhos. Não comprometer.

Das histórias interessantes à igualdade versus equidade. Defendeu o princípio da equidade na educação, ressalvando que pessoas diferentes tinham necessidades diferentes e precisavam, efetivamente, de soluções diferentes para oportunidades iguais poder beneficiar.

Tornando saliente o conhecimento, a base de toda a criatividade e inovação, alegou ser o saber que capacitava as pessoas, fundamental para pensar de forma diferente, encontrar respostas novas para novos problemas e comunicar. Assim sendo e parafraseando o pensamento partilhado do autor Gilberto Garbi, para dirigir a enorme massa de conhecimento, é necessário haver pessoas com vasta cultura.

Na era da globalização dos mercados, da tecnologia e da cultura digital, urge, no entender do Secretário, saber um pouco de tudo. Há que ser mais radical, destemido, ter pensamentos novos, num contexto diferente onde o digital impera e o professor deixou de ser o protagonista em prol dos seus alunos. Deixou o apelo para uma lógica de maior flexibilidade nas escolas. Conhecer pessoas, instituições e lugares era crucial, na aquisição de competências sociais, pois não basta o domínio do cognitivo para se vingar num tempo exigente de grande competitividade. Há, então, de conhecer e de experimentar para bem motivar na sala de aula. Consumir e vender boas experiências.

Antes do espaço para partilha de questões, o orador recomendou a leitura do livro do professor e investigador Daniel Susskind, Um Mundo sem Trabalho, no sentido de alertar a comunidade escolar para as consequências advindas do avanço da tecnologia, um progresso que não tornará os humanos prescindíveis, mas atribuí-los-á um lugar diferente no mundo laboral, outra liberdade, outras exigências.

À questão sobre a dimensão dos currículos em Portugal, o Secretário confirmou que os eram, na verdade, extensos, assim como o número de aulas. Acrescentou que os portugueses eram demasiado metódicos e levavam, rigorosamente, o cumprimento dos mesmos. O ideal seria, na sua perspetiva, cumprir o currículo à medida de cada meio, com flexibilidade, parceria e partilha.

E assim, neste encontro, se fez justiça ao sentido literal do termo “educação”, que, do latim “educare”, remete para o guiar, o conduzir para o conhecimento e a prática de saberes diversos.

Que não se esqueça, nesta era da informação, dos ensinamentos da (e)terna Mãe, Irmã Mary Jane Wilson, que prevê, em máximas como estas, o essencial da missão terrena:

«Quem me dera que todas as crianças do mundo tivessem pão, soubessem ler, aprendessem a catequese e amassem a Deus.».

Por admin.colegiosteresinha Em 12/07/2021 13:56

Aliando-se às editoras Imprensa Académica e Cadmus, o Colégio organizou, entre 22 e 23 de junho, uma feira do livro, no terceiro andar do edifício principal, com o objetivo de estimular hábitos de leitura, cultivar o gosto pelo livro e motivar para a leitura de autores madeirenses.

Foram muitos os títulos em exibição. Entre outros, O Pescador e A Bordadeira, de Rafaela Rodrigues; À Descoberta da História da Diocese Global, Luísa Antunes Paolinelli; De Férias em Santa Cruz, de Carlos Diogo Pereira; Uma História do Mar à Serra, de Andreia Nascimento; A Mão de Sangue, de João Augusto de Ornelas.

Alguns alunos do primeiro ciclo, amantes de futebol, adquiriram o livro de Andreia Nascimento – Os Mágicos da Choupana. Sob a forma de estórias, este contempla alguns marcos assinaláveis do Clube Desportivo Nacional, instituição que constitui, desde a sua origem, um verdadeiro agente de desenvolvimento social, cultural e identitário da Madeira. Uns optaram pela obra A Casa da Cultura, Carlos Diogo Pereira, pelas belas ilustrações e pelo propósito de conhecer o Teatro Municipal de Baltazar Dias, a casa da Cultura, no Funchal. Outros títulos foram escolhidos, para leitura de férias, com grande entusiasmo.

Entre os alunos dos segundo e terceiro ciclos, as preferências recaíram no livro de José Viale Moutinho - Contos Populares e Lendas das Ilhas da Madeira e Porto Santo e em Saias de Balão, de Ricardo Nascimento Jardim. O primeiro apresenta contos populares e lendas das ilhas da Madeira e do Porto Santo, cobrindo todos os concelhos, chegando mesmo às longínquas ilhas Selvagens. O segundo é um romance histórico que retrata a sociedade funchalense no século XIX: classes abastadas e classes humildes; dos bairros humildes às quintas; o vinho e o turismo; a comunidade inglesa; o papel da mulher; a emigração; registo escrito de sotaques e expressões.

 

Boas escolhas… Porém, o importante é, sempre, ler. LER mais para bem crescer!

Por admin.colegiosteresinha Em 12/07/2021 13:56

Mais um ciclo chegou ao fim para muitos dos alunos do Colégio de Santa Teresinha. Uma caminhada carregada de tanto. Um tempo único construído com valores e emoções, exemplos de vida e aprendizagens que ficarão para sempre.

No pré-escolar, os meninos, para festejar o seu percurso, apresentaram, no ginásio, muito daquilo que foram aprendendo nas atividades extracurriculares. Entre outros, momentos houve de karatê, de música, de dança e de canto.

Junto dos alunos de quarto ano, muitas lágrimas derramadas se assistiu junto da professora que ensinou a ler e a escrever. Não há palavras para tamanha arte e engenho! Despediram-se, assim, com leituras, canto e coreografias numa Eucaristia que contou com a presença do encarregado de educação. Depois de receberem um diploma, pousaram para a fotografia, riram e tanto se emocionaram. Dentro e fora da sala, foram comemorando as vivências até 30 de junho.

No segundo ciclo, os alunos fizeram a sua despedida numa Eucaristia muito especial com belos cânticos e leituras bem expressivas. Emocionados, receberam um diploma e foram surpreendidos por um convívio na cantina.

Por último, o terceiro ciclo, uma grande caminhada para muitos que a iniciaram na instituição aos quatro anos de idade. Houve uma Eucaristia com a presença dos encarregados de educação; demonstrações de grande afeto aos professores, à direção, ao pessoal não docente, por parte de cada turma finalista; a entrega de diplomas e de um anuário; a oferta aos finalistas de um bloco com os pensamentos que fizeram parte da vida do colégio neste último ano letivo. Pensamentos publicados, semanalmente, no site. Depois de tanta partilha, lágrimas e muitas fotografias, foram encaminhados para a surpresa no terraço do colégio, um bolo gigante com a fotografia de todos os finalistas. Que emoção sob uma vista magnífica a combinar com os protagonistas que partem, mas, como dizia o escritor aviador, não vão sós e deixam tanto de si na casa de Santa Teresinha.

 

«Pelo sonho é que vamos,

Comovidos e mudos.

[…]

- Partimos. Vamos. Somos.»

 

                 Sebastião da Gama

Por admin.colegiosteresinha Em 12/07/2021 13:51

Antes de fechar as notícias acerca deste ano letivo, há que dar conta de boas práticas como o projeto interdisciplinar – ECOVALORES – que colocou as disciplinas de português, formação pessoal e social e educação moral e religiosa católica (EMRC) “em campo”.

Tudo começou com a leitura analítica do poema de Eugénio de Andrade, “Urgentemente”, em que os alunos, mantendo a estrutura do mesmo e utilizando o vocabulário abordado na unidade letiva – “Ecologia e Valores” de EMRC, compuseram um poema original. Depois, elaboraram, a partir do mesmo, um poema visual. O resultado foi surpreendente, conforme atestam as imagens.

Nesta operacionalização, os alunos ficaram capazes de discutir o conceito Ecologia para um mundo sustentável, de questionar razões e situações que conduzem a comportamentos destrutivos para com a natureza, de valorizar os valores da responsabilidade, respeito e gratidão e de redigir, criativamente, um texto em verso.

 

Assim se apelou para a urgência de cuidar, conservar e reflorestar o planeta. E muito se sensibilizou para a gratidão e a responsabilidade com a Natureza. Com valores, tanto se consegue concretizar!

Por admin.colegiosteresinha Em 05/07/2021 21:47
Por admin.colegiosteresinha Em 04/07/2021 16:57

 

                       

 Almoço 

Almoço - Vegetariano


 

Por admin.colegiosteresinha Em 04/07/2021 16:45

Apesar de estarmos a chegar ao fim do ano letivo, muito se trabalha no nosso Colégio e há sempre espaço para mais uma exposição. Desta vez, vamos às plantas e aos animais, elementos fundamentais da Mãe Natureza, sem os quais a vida do Homem estaria comprometida.

Assim, na disciplina de ciências naturais, e de acordo com a temática “Importância da proteção da biodiversidade animal”, os alunos do 5.º ano do ensino básico foram orientados a operacionalizar um trabalho de pesquisa sobre um animal extinto ou em vias de extinção. 

Completando o projeto anterior, os mesmos alunos elaboraram, também, uma pesquisa sobre as plantas endémicas da Madeira, cumprindo o conteúdo programático que recai sobre a diversidade das plantas.

Na mesma disciplina, os alunos de 6.º ano do ensino básico realizaram uma pesquisa sobre a utilidade das plantas na RAM, trabalhando-se, desta forma, a importância das plantas na sua relação com a sociedade.

Abordados os conteúdos gerais, privilegiou-se o património local, ou seja, o estudo das plantas e dos animais, tendo por referência o espaço geográfico onde o aluno se inseria e a cultura desenvolvida. Nesse sentido, surgiram as relações da cana-de-açúcar ao mel de cana, da linhaça ao bordado madeira, do vime à cestaria. No âmbito das plantas endémicas da Madeira, o gerânio-da-Madeira, o ensaião, o massaroco, o loureiro e o til sobressaíram neste estudo.

 

Já no campo dos animais, as fronteiras portuguesas foram ultrapassadas, fazendo surgir o panda vermelho, a borboleta azul, o leopardo-de-Amur, o urso polar, a arara azul, os társios, entre outros. Espaço houve, também, para o nosso amigo lobo-marinho e para os golfinhos tão conhecidos da nossa gente.

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